sexta-feira, 30 de setembro de 2016

ELEIÇÕES 2016

Oito candidatos colocaram seus nomes a disposição dos mais de um milhão de eleitores que irão às urnas em Fortaleza.

Foto: Reprodução Internet
No próximo dia 02 de outubro o Ceará irá eleger 184 prefeitos e 2.147 vereadores, segundo dados do TSE o estado concentra 3,30% dos municípios do país, a capital tem uma série de desafios para o próximo gestor, temas já discutidos como educação, saúde, segurança e mobilidade urbana.
A Devry Fanor convidou alguns desses candidatos a virem ao campus dunas, propondo um espaço aberto para a discussão de ideias e propostas para cidade que queremos.

 Clique e veja a cobertura da TV FANOR.


Setembro Mês de Prevenção de Homicídios.



A  Devry Fanor em parceria com o núcleo de Psiquiatria do estado do Ceará e o programa de apoio à vida (PRAVIDA) – da UFC, realizou no último dia 19 um encontro com diversos profissionais da área de psicologia.Objetivo era discutir a ética de atendimento ao paciente com ideação ou tentativa de suicídio.

O tema do debate é um pré evento do IV Simpósio Cientifico – Cultural de estudos e práticas em Psicologia. Setembro Amarelo, que tem como principal objetivo a prevenção ao suicídio e a defesa da vida.

A Doutoranda mestre e professora de psicologia da Devry, Kelly Moreira de Albuquerque. Explica a importância de se discutir sobre o termo suicídio e de que forma isso contribui para a quebra de tabu social.

Durante toda a mesa de discussão, o então coordenador do curso de Psicologia Marcio Gondim, relatou sobre como a abertura de um espaço como esse dentro da faculdade favorece a interação dos estudantes com temáticas a serem vividas pela profissão.


sábado, 24 de setembro de 2016

Com foco em Mobilidade Urbana, Roberto Claudio participa de debate promovido pela DeVry | Fanor

O candidato à reeleição pautou sua fala a partir de três temáticas: saúde, educação e mobilidade urbana. Na ocasião, também respondeu perguntas da plateia.


Eliezio Jeffry – 24/09/2016

Prefeito Roberto Cláudio participa de debate promovido pela DeVry | Fanor (Foto: Dyhonstas Maciel)
Na última quinta-feira (22), o atual prefeito de Fortaleza e candidato a reeleição, Roberto Claudio (PDT), participou de um debate promovido pela faculdade DeVry, no campus Dunas. O candidato teve a oportunidade de apresentar seu plano de governopara seusegundo mandado, caso seja reeleito, e responder as perguntas enviadas por alunos, professores e participantes.
Roberto Claudio iniciou sua fala destacando as contradições que Fortaleza possui, relatando a importância da escolha para quem vai governar por mais quatro anos a cidade.
Após três anos e meio de gestão, Roberto Claudio acredita poder celebrar algumas conquistas, muitas delas ainda em andamento, mas que caminham para transformações em regiões da cidade.
O prefeito destacou a distinção de sua presença em relação aos demais candidatos que participaram do evento em dias anteriores. “Quem vai candidato a uma reeleição como eu, não pode deixar de fazer um resgate de ações e omissões. De erros e acertos que foram feitos ao longo desses quatro anos”, disse.

Sua fala foi organizada a partir de três temas: mobilidade urbana, educação, saúde:

Mobilidade Urbana:
O grande marco de seu primeiro mandato, a mobilidade urbana da cidade ganhou um extenso tempo de explanação das realizações. Roberto Claudio disse nunca imaginar que ele, por possuir uma formação em medicina, fosse ficar com a marca da mobilidade.
 “A mobilidade se tornou uma marca mais pela inovação e pela singularidade das ações realizadas. Uma cidade que não prioriza o transporte público, a mobilidade sustentável, não reduz a dependência de veículos, é uma cidade que não respeita o meio ambiente, nem a qualidade de vida. A mobilidade é um meio de melhor se organizar o espaço urbano com a ocupação do solo de uma cidade”, afirmou Roberto.

Visita à Medellín:
Em visita a cidade Medellín, na Colômbia, o prefeito Roberto Claudio, disse conversar e compreender quais medidas tinham sido tomadas para, 26 anos depois, se transformar na cidade mais inovadora do mundo e reduzir diversos problemas sociais. As ações serviram de modelo para a capital cearense.
“Fortaleza, há 60 anos ou pouco mais do que isso, não tinha um esforço abrangente de planejamento urbano e no segundo ano da gestão, em 2014, nos entendemos que essa não era uma tarefa que não aparece, que não dá voto, que é subjetiva, árida, mas é fundamental para organizar, estruturar de forma estratégica o futuro de Fortaleza. E foi isso que nos fizemos, juntamos urbanistas, planejadores urbanos, economistas, geógrafos, geólogos, engenheiros, e uma classe importante de outras categorias educacionais para planejarmos Fortaleza”
O plano mestre de desenvolvimento urbano aplicado em Fortaleza, segundo o prefeito, tem três grandes vetores. O primeiro, a mobilidade urbana, segundo, o plano econômico e social, e terceiro, o plano urbanístico que se integram nos territórios.
“É como se a gente pensasse um pedaço de chão ali como o Siqueira, Bom jardim, Conjunto ceara e Granja Portugal, em três perspectivas. Como ofertar serviços públicos e empregos, na condição de reduzir a dependência de quem mora ali de buscar emprego e serviços fora dessa área, como melhor se estrutura o uso do solo, entre imobiliário, residencial, comercial e como se melhor estrutura os corredores de transporte público, nesse mesmo território. É integrar essas três dimensões, nos territórios da cidade”, afirmou.

Crescimento populacional:
O candidato alegou que,o crescimento desordenado da população, principalmente nas áreas mais precárias, são territórios onde possuem menos saneamento básico, sistema elétrico(luz), baixa oferta de emprego e crescimento da violência, principalmente juvenil.
Ele disse ainda possuir humildade suficiente para entender que nenhum prefeito, “nem aqui e em qualquer cidade do planeta vai resolver as contradições e problemas da cidade em um ou dois mandatos”. E acrescentou ser um “erro presunçoso, típico do personalismo que marca em muitas circunstâncias a política do Brasil, em acreditar que um só homem ou uma só mulher, em quatro ou oito anos, vão transformar uma cidade”.

Educação:
O prefeito também destacou a educação como uma área de atuação significativa em que seu primeiro governo atuou. Construção de novas unidades educacionais, o ensino em tempo integral, meritocracia na escolha dos diretores escolares, pagamentos, carga horária destinadas ao planejamento das aulas e a evolução de 700% nos índicies de avaliação.
“Ensinar a ler e escrever é a mais revolucionaria política social, de inclusão e de paz que uma cidade pode fazer”, relatou Roberto Claudio. “Ao mesmo tempo em que se forma o cidadão, você garante ao jovem, que não ta mais na rua, o direito de sonhar, de ter a expectativa de um dia ser doutor, engenheiro, arquiteto, professor”, acrescentou

Saúde:
Embora seja a área mais criticada de sua gestão, o atual prefeito alega ter sido o setor que mais recebeu investimentos. Ele relata não ter acontecido nada de inédito, somente um “feijão com arroz”, que segundo se resume, somente, na contratação de mais médicos, aumentar leitos, assistências. “Duplicamos a cobertura do programa de saúde da família, em doze anos abrimos dois postos de saúde, abrimos cinco UPA’s, abrimos a primeira policlínica de exames e consultas, abrimos 260 leitos”, relatou. Mas isso não foi o suficiente
O prefeito acredita ainda que isso não foi o suficiente. Quando indagado pelo estudante de Jornalismo José Vasconcelos (30), sobre o seu posicionamento a respeito de Fortaleza possuir o quinto pior atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), Roberto Claudio disse que Fortaleza acaba pagando o preço não na gestão municipal, mas sim da gestão metropolitana, pela demanda de pacientes que acaba tendo que atender.
 A expectativa para um segundo mandato é preparar a rede hospitalar e dar fluxo as filas de exames, consultas e cirurgias, além do destaque para a inauguração da unidade do IJF 2.

Espaços públicos:
Neste mandato, o prefeito aponta a reforma de 250 praças, 20 areninhas. Tudo isso consiste, segundo ele, “para que os espaços públicos iluminados, revitalizados, e equipados possam ser ocupados na nossa cidade, pela criança pelo jovem, e pela cidadania”.
“O que me dá uma felicidade é quando eu vejo que a cidade, voltou a ocupar a cidade”, relatou.   
Nos seus minutos finais, Roberto Claudiodisse estar com a mesmo energia e paixão em que se candidatou há quatro anos atrás. Destaque para algumas diferenças, entre elasamaturidade, experiência, conhecimento da geografia, da alma da cidade e administração pública.
“O que me move é a convicção real, honesta, de coração, que um segundo mandatonos dará a possibilidade de fazer maise de fazer melhordo que a gente fez no primeiro mandato. Tenho certeza, que se eu tiver mais quatro anos, as mudanças e transformações, vão continuar”, finalizou.

O Evento
Promovido pela DeVry | Fanor Brasil, o debate com os candidatos à prefeitura de Fortaleza, ao longo da semana, contou ainda com a participação do Cap. Wagner (PR), José Alfredo (PSOL), Heitor Ferrer (PSB). Os candidatos Ronaldo Martins (PRB) e Tim Gomes (PHS) não compareceram nas datas marcadas pela própria assessoria. A candidata Luiziane Lins (PT), não confirmou presença até o momento.
Com um tempo estimado de 40 minutos, os participantes tiveram a oportunidade de expor seu plano de governo. Depois disso, eram escolhidas perguntas enviadas pelo público através das redes sociais, com a hashtag #dbtDeVry, e presencialmente, entregando a equipe organizadora. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

LGBT. Preconceito entre os muros da escola

Levantamento nacional mostra a intolerância e a angústia sofridas por adolescentes e jovens estudantes LGBTs no cotidiano dos estabelecimentos de ensino brasileiros

Foto: revistaladoa.com

Antes dos números que dão corpo a um levantamento sobre as experiências de 1.016 estudantes LGBTs em escolas brasileiras, surgem as memórias. A Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016 é dedicada a Alexandre, 14 anos; Jamey, 14 anos; Cleides, professor universitário; Sergio, 16 anos; Roliver, 12 anos; Luana, 14 anos; Elisabeth, 14 anos. Gays, transexual, lésbica, pessoas mortas pela intolerância entre 2010 e 2016.

É possível ler a pesquisa de dois modos: pelas estatísticas ou pelas histórias por trás delas. Os dois causam espanto e preocupação. “Sou gay, acadêmico, pós-doutor em Educação e três dados me deixaram bastante preocupados: 73% dos respondentes sofrem bullying, assédio moral na escola através de palavras de baixo calão”, aponta Toni Reis, 52 anos, coordenador da pesquisa. “A outra questão é que 36% sofrem violência física. E o outro dado é que 60% se sentem inseguros, não se sente confortável, acolhido (na escola). Esses três dados, para mim, como estudioso, ativista e educador me deixaram muito apreensivo. Não achávamos que era tão alto”, completa.


Ao longo das mais de 80 páginas do estudo, alguns depoimentos ligam os dados a sentimentos. “Não gosto mais de ir pra escola porque é lá que tenho minhas piores lembranças. Ano passado me zuaram só porque eu gostava de uma professora. Eles me chamavam de sapatão, me xingavam e eu me sentia infeliz”, escreve uma estudante lésbica de 14 anos, do Ceará. Tento desmentir minha sexualidade porque se já sofro bullying sem assumir, imagina se assumisse. Minha mãe tenta me fazer ir pra escola, mas não adianta. Penso em até suicídio, mas ela tenta me dar forças... Meu conceito sobre a vida é que ela não tem valor quando você é alvo de bullying, a infelicidade é sua vida”, une.

Medo

O relatório se divulga como a primeira pesquisa nacional virtual realizada com adolescentes e jovens lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. As estatísticas, que serão medidas a cada dois anos, querem servir de base para “políticas públicas que possibilitem transformar as instituições educacionais em ambientes mais seguros e acolhedores para estudantes LGBT”.

Sob pena de a escola não cumprir sua função essencial, sublinha Toni Reis: desenvolver o ser humano, promover a cidadania e preparar para o trabalho. “As pessoas não se sentem bem na escola. Tem baixo rendimento, pode evadir-se, torna-se uma pessoa insegura”, ele significa os números que demonstram haver duas vezes mais probabilidade de faltar à escola os estudantes que sofreram níveis mais elevados de agressão à orientação sexual. “Não é uma questão do Ceará, Paraná, São Paulo. É generalizado”, atenta Reis, também secretário da Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que lançou a pesquisa em maio deste ano.


E não são apenas números. Um estudante trans, de São Paulo, espelha aos 16 anos: “Me descobri no primeiro semestre como lésbica, e poucos meses depois como homem trans, e tive minha perspectiva de vida completamente alterada... Eu, um jovem de classe média alta, branco, morando em um bairro rico, levei um choque de realidade ao perceber que eu tinha muitos privilégios e que minha expressão de gênero tirou quase todos eles de mim. Esse ano, tudo mudou para mim, eu tenho medo de andar na rua sozinho, de me assumir para meus pais, de nunca ser capaz de concluir minha transição, de não ser aceito no mercado de trabalho. Eu tenho medo de tudo e de todos”.

Fonte : OPovo


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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

NOVA TEMPORADA DO FANOR NOTICIAS

Cada vez mais dinâmico programa deixa o aluno do campus mais informado. 

Repórter João Ribeiro nos bastidores da gravação do Fanor Noticias (Foto: Aline Monteiro)
Desde o semestre 2016.1 a TV laboratório da Devry Fanor produz o Fanor Noticias um boletim semanal, com o que de mais importante acontece no campus Dunas. Exibido no canal da TV no YouTube e compartilhado nas redes sociais a ideia deu muito certo e ganhou uma nova temporada já nesse semestre. 

No primeiro programa você vai conhecer o (CEI) CENTRO DE EMPREENDEDORISMO E INTERNACIONALIZAÇÃO DEVRY BRASIL, um lugar onde os alunos têm a chance de vivenciar situações reais de mercado ainda dentro da faculdade e testar seus conhecimentos e habilidades nas aéreas em que pretendem atuar.  

Veja um pouquinho da matéria que em breve estará disponível na integra para você.