terça-feira, 11 de outubro de 2016

Elas ao Mar “bota pra baixo”

O surf feminino brasileiro tem crescido muito e as meninas estão cada vez mais surpreendendo os espectadores.

Praia do Titanzinho, Fortaleza (Foto: Aline Monteiro)

Com surf no pé e ondas boas, Eduarda Marques e Kauane Crisley não perdem a oportunidade de estar no mar. Seja lá qual for o pico, querem estar sempre com ondas embaixo da prancha. É surf, comportamento e estilo de vida.  As meninas contam um pouco da sua história com o surf. “O surf é algo libertador, você pode está estressado, com raiva, triste. Mas ao entrar no mar você se sente melhor. Comecei no surf pequena, não lembro exatamente quantos anos eu tinha, mas acho que foi com uns 10 anos. Mudei minha vida meus costumes e comecei a competir por influência da família. Aos 14 anos competi o Taíba Pro, fiquei na 4 colocação. O surf é tudo na minha vida não me vejo sem surfar, é algo que quero ensinar para os meus filhos”. Afirmou Eduarda.

Hoje em dia o surfe feminino está mais comum, é mais fácil ver as mulheres em cima da prancha, ou em campeonatos, ou até mesmo à procura de aprender. As mulheres estão cada vez mais ganhando um espaço nos esportes. E o surf é um deles.

Esbanjando beleza na prancha de surf ao 17 anos, apenas a 1 ano e meio no esporte, Kaune relata um pouco do significado do surf na sua vida. “Na verdade, não levo o surf para o lado profissional, mais para o lado do hobby, surfo por amar o mar e por prazer ao esporte, tira o estresse e a ansiedade, me sinto bem melhor perto do mar”.

Quem disse que surf é só para homens? Surf feminino sim! Por tanto não desista no primeiro “caldo” que a vida te der. Tente alcançar os picos mais altos, as ondas que mais te fascinam. Essa é a essência do esporte e a essência da vida.


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